Pix faz nova vítima, os boletos

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O Pix, que veio para facilitar transferências entre pessoas, só vem crescendo na dia a dia dos consumidores. Em menos de 2 anos ele já divide 2º lugar com os boletos, no meio de pagamento mais usada pelos brasileiros.

E pelo que tudo indica, ele tem grande potencial para reduzir ou até mesmo substituir os boletos. Segundo a pesquisas da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcom), o queridinho dos consumidores, diminuiu a taxa de abandono do comércio eletrônico em 50% com relação aos boleto.

Além disso, o Pix não para de crescer, em janeiro de 2021 a forma de pagamento era aceita em 16,9% dos comércios virtuais. Já em julho desse ano subiu para 76,3% e pode chegar a 92% nos próximos anos, é o que prevê a agência GMattos. Nesse sentido, o grande diferencial competitivo do Pix são as taxas para o varejista, sendo extremante baixa em relação as outras formas de pagamentos.

“Tirar 0,1% do valor de uma venda para um varejista pode significar ganhos milionários”

Diz Lorain Pazzetto, líder de open finance do Grupo FCamara, empresa de tecnologia para varejo.

Pix é a nova alternativa de pagamentos para vender mais

Mulher fazendo compras e utilizando o pix como forma de  pafamento
Imagem: reprodução da internet

A adoção do Pix cresceu cerca de 130% no Mercado Livre, já o uso de boletos sofreu redução de 33%, comparado com 2021. Um quarto de todos as transações do Mercado Pago é feita via Pix, as vendas dos lojistas que aceitam a forma de pagamento subiram 20%.

“A conversão do Pix hoje é acima de 75%. O mundo online abraçou o Pix de forma muito rápida, porque melhorou a experiência para todos os lados”.

Avalia Daniel Davanço, líder de pagamentos para empresas do Mercado Pago no Brasil

Varejistas com a Via (Ex-Viavarejo), oferecer o Pix desde ano passado, tanto na loja digital quanto nas físicas, Casas Bahia e Ponto. Já o Magazine Luiza, além de oferecer pagamentos via Pix, a empresa também criou um sistema de pagamento dentro da Fintech Magalu. Que segundo eles, é mais rápido e prático porque o consumidor não precisa acessar o App do banco ou copiar e colar os códigos.

Portanto, quem ainda não se adaptou a nova forma de pagamento, nos meios digital ou físico, está perdendo a chance de ter grandes lucros.

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